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Em meio
ao XXVI Congresso Nacional de Secretarias Municipais de
Saúde que ocorreu durante esta semana ,
em Gramado/RS), o
secretário de Saúde de Quebrangulo-AL, Pedro
Madeiro, chefe da
delegação alagoana na qualidade de presidente do
Conselho de
Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) provocou
uma reunião com os demais representantes dos
secretários municipais de saúde do Nordeste, a
fim de debater as dificuldades vivenciadas na
região. A
reunião teve como pauta central; as políticas
excludentes do Governo
Federal, em relação ao Nordeste, especialmente no
que concerne aos
municípios de pequeno porte.
Para
Pedro Madeiro, deve ser imediata a construção de
novas teses para
acabar, definitivamente, com as distorções das
políticas nacionais de
saúde. “O Nordeste têm os piores
indicadores sociais do país.
Obviamente nossa situação não
é igual a do Sul ou Sudeste. Nós
precisamos definir bem a responsabilidades dos três
níveis de governo
quanto à organização da
atenção básica territorial para
conseguirmos um
avanço significativo. Em nossas assembléias, em
Alagoas, ficou clara a
difícil questão do profissional
médico. O não-cumprimento da carga
horária e os altos salários exigidos pela
categoria são situações que
pretendemos solucionar com a Nota Técnica que elaboramos em
parceria
com os prefeitos do Estado. Os gestores têm
obrigação de definir uma
posição oficial frente às dificuldades
constatadas”, destacou.
Dentre
os pontos da referida Nota Técnica destacam-se a
implantação de uma
política salarial regionalizada, considerando as
peculiaridades
existentes, e a redefinição da
política de financiamento da Atenção
Básica e das equipes do PSF.
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